segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
FODA-SE
domingo, 7 de dezembro de 2008
eu tava na minha
Fico e pensando na seqüência de fatos, o que poderia ter sido diferente, mas em nenhuma circunstancia eu modificaria minhas ações, não devo nada há ninguém, não cobro nada de ninguém, simplesmente vivo meu dia a dia. Mas o Senhor Destino é foda, ele sempre me prega peças, ri da minha cara, ele ta sempre me testando, só que desta vez eu não irei errar, porque desta vez não existe maneira correta de agir, o tempo é meu, a conseqüência quem vai viver sou eu!!!!!!
Eu preciso de uma tesoura pra cortar os barbantes que me ligam a mão de deus!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Monologo as escuras no fundo branco das 2:54
[02:54] * Morgoth_666 entrou #emule-brasileiros
[02:54] * modo de ajuste: +nt
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[03:12] * ninfobaby agora é conhecido como wbarenco
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Um Bom Lugar
Hoje não to, quero me excluir de meus pensamentos, quero explodir, sair, quero tanto não querer nada, to sem vontade, sem animo, só queria estar em um lugar, um lugar bom, agradável, um lugar onde eu possa fazer o que tenho vontade de fazer, e dizer o que tenho vontade de dizer, sem falsas impressões, sem segundas intenções, um lugar que eu possa me sentir a vontade, tipo, tiras os tênis, o boné, me sentar em um lugar confortável, falando coisas que pra mim fazem todo o sentido, e que muitas pessoas até compreenderiam, queria convidar certas pessoas para estar neste lugar comigo, pessoas que me fazem feliz, e as que me fazem triste também, afinal nem só de felicidades se vive a vida, eu diria para essas pessoas que as amo, amo de uma forma sincera, como a irmãos, eu faria brincadeiras engraçadas, pois só bom piadista quando me sinto a vontade com o ambiente, este lugar queria que fosse bem grande, com imagens bem malucas, daquelas de se passa horas olhando e sempre percebendo algo a mais, teria musica de todos os tipos, desde Enya até Sepultura, Psy e Rock’n Roll, seria um lugar bom, mas pena que este lugar só existe em mim.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
ação e reação
Deparou-se com a estrada de chão que por dias caminhava, na duvida, com fome, sede, sem esperança alguma de chegar a algum lugar, caminhava como que se não tivesse outra escolha, os passos as vezes lentos, as vezes nulos, não havia calçamento, não havia calçado, não havia pensamentos, uma cabeça vazia guiando um corpo dormente.
(2 horas antes) em desespero, saiu a caminhar, na mochila levava meias sujas, uma bolacha de água e sal, uma dor e uma vontade de transcender a vida. Não havia mais lagrimas somente vazio, mas ainda sim caminhava, era noite, uma daquelas merecedoras de contemplação, uma lua perfeitamente amigável. Não tinha pessoas na rua, ninguém que pudesse perceber aquela presença semi-acordada. Numa esquina parou para comprar cigarros, e no bar uma mulher precisando de ajuda, em seu intimo, queria que todos ali ficassem com seus problemas, mas algo dentro de si o forçava a ajudar, então aconteceu que uma mulher ganhou ajuda e agradeceu com tudo o que tinha, um simples sorriso. Naquele instante, algo dentro de si, se modificou, que reação aquele sorriso poderia ter feito nele que não se importava com ninguém?
(2 horas e 30 min. antes) estava conversando com aquele que possui seu sangue, mas não possui seu caráter, se os 2 fossem 1, seriam perfeitos, a fúria de um e a paciência do outro, o instinto de um e a razão o outro, puro sangue que o destino fez questão de tornar opostos, nunca antes haviam trocado palavras amigas, palavras irmãs, nunca antes haviam se contemplado como irmãos, mas progenitora de ambos, com fúria contida devido ao fato de não ser mais a portadora da verdade, ira-se por não poder controlar os passos daqueles que já sabem trilhar o caminho. Em disputa de palavras, uma pergunta é feita.......silencio......nenhuma resposta, ela não sabia a resposta!.
(3 horas antes)..........................
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Numa velocidade oposta ao tempo acelerado!
Um turbilhão de pensamentos chocava-se numa cabeça despreparada para os acontecimentos que seguiam, em uma desesperada briga interna, tentava se desprender dos obstáculos que o forçavam a não agir, mas como que enfraquecido pela duvida da ocasião, simplesmente se deixou vencer, e o resultado da não-atitude foi jogá-lo num abismo de indecisões. Mas como? Ele que sempre esteve um passo a frente dos acontecimentos, brincando com as probabilidades do destino, calculando a inevitabilidade do mundo, entregou-se ao que não sabia.
Um sentimento de desprezo apoderou-se do seu consciente, uma batalha foi perdida antes mesmo das armas serem desembainhadas, uma atitude digna de um ser fraco de força de vontade. Até onde ele esta disposto a ir por algo que vale mais que a própria realidade?
sábado, 15 de novembro de 2008
O atrazo que chegou na hora certa
Mais uma noite em busca daquilo que gostaria que estivesse longe, mas ainda sim procurava. Sentia-se perdido num mundo que o adotava, e aceitava ser filho bastardo desta realidade.
Mais uma noite fez o que faria rotineiramente, mas algo parecida estar mudando, a convicção de sua solidez que parecia ser inabalável, rendeu-se ao admirar a figura que em outros dias passaria despercebida. O que o fez percebê-la?
Dentre os goles da cerveja que não pagou, ele observava aqueles olhos castanhos claro, e se perguntava se eles estariam o percebendo. Sua voz entoou algumas frases amigáveis e sua face alguns sorrisos sinceros, sua mão buscava o caminho do corpo daquela que o hipnotizava com gestos delicados, mesmo em toques sutis ele a sentia.
Dentre as tragadas dos cigarros que não comprou ele se questionava se um dia a teria em seus braços, se um dia sentiria o tocar de seus lábios, aquela voz doce ecoava em seus ouvidos, e como era prazeroso ouvi-la. Em outros momentos ele já tinha ouvido aquela voz, mas nunca com aquela atenção e aquela intensidade.
A noite teve seu relógio adiantado, as horas passaram mais rápidas que o normal, devido as circunstancias a hora de partir se apresentou, e sua agonia por não saber ao certo se teria oportunidade de tocar aqueles lábio, o torturava, sua leitura dos gestos parecia não querer decifrar o que ela pensava, mas também não poderia ir pra casa sem saber.
Fez a pergunta que não se faz, e como resposta teve uma frase que continha “não” no meio, mas queria dizer “sim”, então aconteceu o que ele pensou a noite inteira, e seus lábios se tocaram, numa velocidade oposta ao tempo acelerado.